segunda-feira, 18 de março de 2013

Distúrbios da Energia Elétrica - Curso sobre distúrbios da energia fornecida aos consumidores, suas causas e efeitos e soluções para correção desse problema.


 A APEE está apoiando o curso voltado para os profissionais da engenharia elétrica que é o Disturbios da Energia Elétrica.
Maiores informações veja o "folder" abaixo.
Saudações,
DISTURBIOS DA ENERGIA ELÉTRICA
Apresentação:
Curso sobre distúrbios da energia fornecida aos consumidores, suas causas e efeitos e soluções para correção desse problema.
Objetivo:
O objetivo deste curso é apresentar os conceitos dos vários distúrbios da energia elétrica que afetam a qualidade do fornecimento da energia, mostrando os efeitos e as causas desses distúrbios e algumas soluções aplicáveis.
Conteúdo programático:
 Definição dos distúrbios da energia elétrica; Variação de tensão e frequência; Interrupção de fornecimento de energia, surto de tensão, Flicker e Notching; Desequilíbrio de tensão, harmônicas, inter harmônicas e fator de potência; Inter-relação entre os distúrbios apresentados; Discussão das principais causas e efeitos dos distúrbios apresentados; Forma de mitigação dos distúrbios da energia elétrica; Normalização Nacional e Internacional; Apresentação de algumas soluções aplicados a cases; Avaliação de resultados das soluções apresentadas; Apresentação e discussão de cases reais.
Data de realização: 16 e 17/maio/2013       Horário: 09:00 – 18:00h  quinta e sexta-feira          Carga Horária: 16 h
Local de realização: Instituto de Engenharia do Paraná      Endereço: Rua Emiliano Perneta, 174 – centro – Curitiba/PR
Inscrição:        R$ 490,00 p/ insc. até 03/05/2013;    R$ 580,00 p/ insc. após 03/05/2013   Desconto de 10% p/ associados da APEE, IEP, e ABRACOPEL
Telefones: (11) 99688-1148; (11) 99870-4994 e (11) 4028-5451
Inscrições em Curitiba (41)3262-6029 – Espaço & Consultoria- c/Célia Meyer

sexta-feira, 15 de março de 2013

O engenheiro e a violência das nossas leis


Contratação, subcontratação e serviços de alta tecnologia.
A tradição define valores relativamente fáceis de precificar, e quando tratamos de inovação tecnológica, serviços especiais, profissionais altamente especializados?
No mundo do futebol ninguém discute o custo dos jogadores. Ao contrário, quando algum atleta consegue um bom contrato é valorizado. Por quê? Simples, todos entendem um pouco de bola e pernas e assim sabem reconhecer um astro de méritos superiores. Os jogadores têm em torno deles uma equipe de mídia e contratadores, gerando custos, mas convencendo os jogadores da plateia que merecem ser endeusados.
Nas artes musicais, principalmente, um talento especial pode entrar para a história.
Médicos ficam famosos tratando gente importante e políticos criando discursos de autoelogio. Generais precisam de guerras enquanto arquitetos de gente que pague suas excentricidades, mais ainda quando agradam aos olhos. E na Engenharia?
Alguém já viu turista querendo saber nome de calculistas, fiscais, construtores? Nem de pirâmides sabemos muito.
Assim vemos com pesar julgamentos contra empresas de alta tecnologia, usando até argumentos de que subcontrataram outras, tal como acontece com muita empreiteira considerada grande.
Há dois anos ou pouco mais vi a exposição dos motivos de criação de uma ONG “estatal” para cuidar de hospital. Chegamos a esse ponto por quê?
A legislação que “protege” o funcionário público matou essa função criando privilegiados, muitos deles fazendo de conta que trabalham para receber salários ridículos. Esse mundo de teatrinhos tem sido extremamente danoso ao Brasil. Gera dúvidas, desperdício de dinheiro, juízos apressados e resultados tenebrosos.
Vimos a guerra contra os radares. Realmente o fastígio de poder viabilizou coisas ruins, mas quantas pessoas de lá para cá morreram ou ficaram aleijadas porque esses sistemas foram desativados em cidades e rodovias?
Toda a jurisprudência, legislação, ética e educação em torno da Engenharia merecem revisões radicais. Somos um país mais e mais confuso, viabilizando todo tipo de intermediação de negócios.
Queremos um Brasil honesto e sério, que tal começar eliminando leis e mudando critérios de julgamento, formando-os a partir de inquéritos que realmente demonstrem má fé e não simplesmente a falta de algum carimbo ou desrespeito aos tão amados rituais?
Nessa questão até religiosa vemos e esquecemos comportamentos essenciais à convivência humana. A maioria das pessoas tem optado por critérios de campo de batalha, onde a disciplina a regulamentos é essencial. Em tempos de paz o fundamental é o aprimoramento da liberdade, da fraternidade e a construção de um mundo melhor. Isso não conseguiremos satanizando instituições e profissionais, simplesmente porque agiram de forma diferente e distante da compreensão limitada que todos possuímos diante da evolução exponencial de técnicas, sistemas, equipamentos, processos etc.
Não se deve julgar profissionais vendo-os com as lentes da Idade Média.
Subcontrata-se engenheiro ao nível mais baixo por efeito da suprema ignorância que domina nossas mentes e diante de mídias negativas em torno da profissão há pouco tempo, por exemplo, vendo um dos programas do Jô Soares, nele o apresentador até procurava ridicularizar a profissão (engenharia em eletrônica, se não me engano) do músico com quem falava, que se declarava engenheiro e gostar dessa formação. Ao “dono” do programa parecia inadmissível que um grande artista pudesse gostar de uma profissão como esta. Provavelmente esse indivíduo cuja vaidade não cabe em seu corpo esqueceu grandes artistas e arquitetos da Humanidade, gênios universais, que fizeram muito mais do que belos quadros.
Os gênios são raros, os grandes profissionais mais numerosos e bons engenheiros existem e merecem ser bem pagos, assim como suas pequenas empresas, feitas exatamente para escapar da legislação perversa criada no Brasil. Nada mais natural, portanto, que para escapar de contratos ruins e que não atendem o que o contratante deseja que se procure contornar leis tão simplórias quanto a 8666/93 (Civil).

Cascaes
15.3.2013

Civil, C. (s.d.). Lei 8.666, de 21 de junho de 1993. Acesso em 23 de 4 de 2012, disponível em Presidência da República - Casa Civil: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cargos de comando em empresas de alta tecnologia

Cargos técnicos, ainda que políticos, devem ser ocupados por pessoas com conhecimento notório, de destaque na atividade que assumirão. Nada pior que ver o loteamento de postos por "lealdade política". Esse é o principal indicador de que negociatas estarão em andamento.

sábado, 26 de janeiro de 2013

A APEE e a ABRACOPEL estão promovendo o ENCONTRO DE ELETRICISTAS que ocorrerá no dia 20/02


Caros Colegas:
A APEE e a ABRACOPEL estão promovendo o ENCONTRO DE ELETRICISTAS que ocorrerá no dia 20/02, no auditório do Instituto de Engenharia do Paraná à Rua Emiliano Perneta, 174 - 2º andar. A exemplo do evento anterior, as inscrições são gratuitas.
Convide todos os profissionais eletricistasque você conhecepara que venham participar de interessante e útil debate. Certamente todos teremos a ganhar. 
As inscrições podem ser efetuadas entre 8:30 e 17:00hs pelo fone 11-4028-5451 com a Sra. Waneide, ou ainda pelo e-mail secretaria@abracopel.org.br.
Esperamos vocês por lá
APEE e Equipe ABRACOPEL

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O que podemos fazer diante de decisões equivocadas?


Racionamentos e apagões
Estamos em período de insegurança energética, com muitos fatores mal avaliados e resultados desastrosos. O jogo político prevaleceu sobre o bom senso e agora pagamos a conta de erros de previsões otimistas ou simplesmente mal feitas.
O setor elétrico tornou-se um espaço de negociações empresariais e políticas (da pior espécie) permanentes, talvez com equívocos enormes diante do enfraquecimento da Engenharia no Brasil e da prevalência de teses erradas, como, por exemplo, simplesmente baixar tarifas.
Com o desprezo pelas Ciências Exatas que, bem aplicadas, consideram o mundo probabilístico a partir de estatísticas bem feitas, com todos os cuidados possíveis, algo que parece faltar nas decisões do Governo Federal, estamos sofrendo apagões e riscos de racionamento de energia, isso sem contar com oscilações de tensão e frequência, surtos e outros problemas que só podem ser percebidos e avaliados por especialistas de altíssimo nível em eletrotécnica.
Qualidade e segurança em serviços de eletricidade significam reduzir gastos em eletrodomésticos, lâmpadas que queimam logo, computadores com comportamentos estranhos etc.
Infelizmente as agências reguladoras sempre foram dirigidas sob conveniências estranhas e mantidas sem recursos humanos e materiais para cumprirem suas funções.
Vemos nossas autoridades formais tratando da hipótese de racionamento com desculpas simplórias. Esquecem até que racionamentos podem acontecer pela destruição de segmentos do sistema de transmissão e transformação da energia, além da deficiência de geração. Algumas regiões podem estar prestes a sentir isso, diante da necessidade de operar o Sistema Interligado Nacional (SIN) no limite.
Note-se que não falamos das termoelétricas, que em alguns casos são oficinas que também produzem energia elétrica...
O que incomoda é que o Brasil já passou por essa situação diversas vezes, de quase racionamento e racionamentos reais. Infelizmente a eletricidade virou tema de ONGs irresponsáveis e modismos importados. O Governo, sob pressões políticas, acaba relaxando acontecer para não perder votos. Carece de mídia adequada e de boa qualidade a suas responsabilidades.
Estamos em período de férias. Nesse tempo de praias e carnaval muita gente desliga o preocupômetro e deixa rolar para “descobrir” o Brasil em março. Isso é péssimo e condenável quando os postos de trabalho que ocupam deveriam ser entendidos como de atenção permanente.
Felizmente agora, graças à internet, redes sociais, blogs, youtube etc. podemos, quem está “ligado nas tomadas”, colocar essas questões chatas para muita gente, na esperança que entendam que o futuro delas está em risco.
Racionamentos e insegurança sobre a qualidade do governo espantam empreendedores, reduzem a atividade econômica e a oferta de oportunidades de trabalho. Até planos de aposentadoria aparentemente seguros poderão naufragar. Nossos aposentados pensaram nisso?
É hora de abastecer a opinião pública com análises ao nosso alcance. Civismo é compromisso com o povo e o futuro da nação.
Vamos, pois, analisar o que sabemos e colocar nossas avaliações à apreciação de todos que tiverem interesse no que sabemos. Além do racionamento, se acontecer, é extremamente importante evitar abusos de espertalhões querendo faturar com a ignorância técnica de nossos governantes...

Cascaes
8.1.2013



quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Realidade universal


Morre arquiteto Niemeyer e os engenheiros em silencio total,   Porque será?   

Um abraço a todos

Eng Severino M.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Iniciando visita ao Museu Alemão

A Copel poderia ter feito algo semelhante

O farol - não podemos esquecer

Motores diesel e hidráulicos

Aviões e foguetes

A saúde e suas doenças

Um belo auditório e os arquitetos

Para lembrar equipamentos e locais de trabalho não muito antigos

Energia e meio ambiente

Rápidas passadas

Tempos antigos

Tempos Modernos

O homem e a máquina

Final da visita ao Museu Alemão